Revista Científica da Faculdade de Medicina de Campos https://www.fmc.br/ojs/index.php/RCFMC <p style="text-align: justify;">A <strong>Revista Científica da Faculdade de Medicina de Campos (RCFMC)</strong>, ISSN 1980-7813, publicação científica oficial da Faculdade de Medicina de Campos, apresenta acesso aberto e distribuição nacional. Tem por objetivo registrar e promover o desenvolvimento científico, publicando informações científicas originais na área de Saúde que possam contribuir para o conhecimento médico e dos demais profissionais de saúde.</p> <p>A Revista Científica da Faculdade de Medicina de Campos é uma publicação semestral, mantendo periodicidade desde 2006.</p> <p>A RCFMC não possui ou cobra taxas de processamento de artigos e nem&nbsp;taxas de envio de artigos.</p> a Faculdade de Medicina de Campos pt-BR Revista Científica da Faculdade de Medicina de Campos 1980-7813 <div>Os trabalhos publicados são de propriedade da Revista, o que lhe confere os direitos autorais, sendo vedada a reprodução total ou parcial em outros periódicos, bem como a tradução para outros idiomas, sem a autorização do Conselho Editorial. Os autores têm responsabilidade sobre os conceitos emitidos nos trabalhos. 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A doença pode se manifestar sob a forma cutânea ou sistêmica, sendo a cutânea mais comum, com lesões restritas a pele, subcutâneo e vasos linfáticos adjacentes. <strong>&nbsp;Objetivo:</strong> Descrever um caso de esporotricose cutâneo-linfática, enfatizando a importância de um diagnóstico correto, levando em consideração contextos epidemiológicos, além de uma notificação apropriada. <strong>Relato do caso: </strong>Paciente masculino, 47 anos, apresentou lesão no hemitórax direito com extensão para região dorsal, ulcerada, com saída de conteúdo purulento, eritema ao redor e linfonodomegalia palpável e dolorosa. Realizada cultura fúngica que revelou crescimento de Sporothrix spp. e o exame histopatológico demonstrou processo inflamatório crônico em atividade, sugestivo de dermatite infecciosa. Foi iniciado tratamento com Itraconazol 200mg/dia obtendo melhora clínica importante no primeiro mês de tratamento. <strong>Discussão: </strong>Apesar da esporotricose ser conhecida por seu contágio através da terra contaminada, tem-se observado forte relação da infecção humana com a doença em gatos nos últimos anos. Nota-se a relevância da observação dos sinais clínicos da lesão para auxílio do diagnóstico principalmente quando a história epidemiológica de contato com o felino é negativa. <strong>Conclusão: </strong>A adoção de medidas de controle e manejo dos pacientes e animais acometidos é indispensável a fim de minimizar o número de casos na região.</p> Caio de Azevedo Pessanha Ana Luiza Tavares Menezes Octávio Giacomin Pralon Letícia Manhães Rebelo Pereira Ana Carolina Dos Santos De Araújo Ana Paula Moura De Almeida Copyright (c) 2022 Revista Científica da Faculdade de Medicina de Campos https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 2022-08-26 2022-08-26 17 1 10.29184/1980-7813.rcfmc.331.vol.17.n1.2022 Reinfecção ou reativação pelo Sars-CoV-2 https://www.fmc.br/ojs/index.php/RCFMC/article/view/428 <p>O presente caso clínico objetiva relatar paciente com reinfecção pelo vírus Sars-cov-2, apresentando intervalo de 35 dias entre os episódios, onde na primeira infecção não ocorreu soroconversão para a Covid -19, com isso, o paciente, foi infectado pelo Sars-cov-2 mas seu corpo não produziu imunoglobulinas necessárias para gerar imunidade a ele, logo, ao entrar em contato com o vírus&nbsp; novamente,&nbsp; aconteceu uma reinfecção. Em sua primeira infecção, onde não ocorreu soroconversão, o paciente se manteve assintomático, já em sua reinfecção ele apresentou quadro sintomático e aconteceu a soroconversão com as imunoglobulinas.</p> Maria Tavares Pereira Monteiro Vívia Lima Cabral Rodrigues Copyright (c) 2022 Revista Científica da Faculdade de Medicina de Campos https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 2022-08-26 2022-08-26 17 1 29 32 10.29184/1980-7813.rcfmc.428.vol.17.n1.2022 Morte elétrica documentada por Holter 24h em paciente com miocardiopatia dilatada https://www.fmc.br/ojs/index.php/RCFMC/article/view/464 <p>O Holter é um método não invasivo que possibilita a detecção e quantificação dos vários tipos de arritmias, este trabalho visa demonstrar um relato de caso de um paciente de 61 anos, com diagnóstico prévio de Cardiomiopatia dilatada (CMD) em monitorização assistida por Holter 24hrs que evoluiu com morte elétrica documentada. A metodologia utilizada foi analise de prontuário. O paciente em questão veio ao ambulatório para realização do Holter 24hrs, durante a vigésima primeira hora de monitorização do exame, referiu mal-estar e procurou serviço de emergência, sendo prontamente atendido e apresentando sinais de baixo débito. Nas horas seguintes evoluiu com piora sintomática, seguido de curtos períodos de fibrilação ventricular refratarias as manobras de ressuscitação cardiorrespiratória desencadeando morte em assistolia gravada pelo método de Holter 24hrs.,</p> Felipe Wagner do Rego Barros Luisa Wagner do Rego Barros Paula Assed Estefan Mossó João José do Rego Barros Junior Copyright (c) 2022 Revista Científica da Faculdade de Medicina de Campos https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 2022-08-26 2022-08-26 17 1 33 35 10.29184/1980-7813.rcfmc.464.vol.17.n1.2022 Pancreatite aguda e pseudocisto pancreático: relato de caso https://www.fmc.br/ojs/index.php/RCFMC/article/view/539 <p>Os pseudocistos pancreáticos são complicações secundárias à pancreatite aguda e caracterizam-se como lesões císticas onde ocorre acúmulo de secreção pancreática limitada por tecido fibroso. Geralmente regridem de maneira espontânea, porém, coleções líquidas sintomáticas são submetidas a drenagem por via endoscópica ou cirúrgica. No presente relato, a paciente, que apresentava história prévia de pancreatite aguda, após piora clínica realizou uma colangiorressonância que evidenciou volumosa coleção líquida localizada na topografia do pâncreas, apresentando dimensões 16,91 x 16,87 x 11,26 cm, sendo compatível com pseudocisto pancreático.</p> Laís Albernaz Kury Isadora Amancio do Amaral Karina Gioffi Rangel Laís Martins Copyright (c) 2022 Revista Científica da Faculdade de Medicina de Campos https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 2022-08-26 2022-08-26 17 1 36 39 10.29184/1980-7813.rcfmc.539.vol.17.n1.2022 Insuficiência ovariana prematura da Síndrome do X-Frágil https://www.fmc.br/ojs/index.php/RCFMC/article/view/591 <p>A insuficiência ovariana prematura é idiopática em 90% dos casos e a síndrome do x frágil ocorre em 2% dos casos esporádicos, principalmente em portadores de pré-mutação. Pode ser um diagnóstico devastador, uma vez que os impede de ter filhos. As diretrizes atuais recomendam o rastreamento de pré-mutação para mulheres com história familiar de distúrbios relacionados à síndrome do X frágil, deficiência intelectual ou insuficiência ovariana prematura inexplicada, quando consideram a gravidez, embora existam vários fenótipos. Este artigo descreve a insuficiência ovariana na síndrome do X-frágil com enxaqueca e depressão, bem como uma reavaliação do seu manejo. Mulher, de 35 anos apresentou enxaqueca e menstruação regular desde a menarca até o aparecimento de insuficiência ovariana prematura após a suspensão do anticoncepcional oral, aos 33 anos. Os valores de FSH variaram de 10 a 165 mUI / mL. Como seu pai começou a ter ataxia após os 55 anos, ela fez um estudo molecular, que mostrou 94 CGG repetidas. No entanto, ela não conseguiu engravidar espontaneamente, pois o valor do hormônio anti-Mülleriano foi de 0,16ng / dL. Isso a deixou tão deprimida a ponto de procurar tratamento psiquiátrico. Isso dá suporte a uma abordagem diferenciada por meio de triagem precoce de portadores de mutação e monitoramento da função ovariana, visando a gravidez, ou a instituição de terapia hormonal, quando necessário.</p> Valesca Mansur Kuba Carlos Eduardo Escocard Lucas Monteiro da Silva Liana Yuri Mansur Kuba Copyright (c) 2022 Revista Científica da Faculdade de Medicina de Campos https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 2022-08-26 2022-08-26 17 1 40 44 10.29184/1980-7813.rcfmc.591.vol.17.n1.2022 Síndrome nefrótica em paciente portador de sífilis congênita https://www.fmc.br/ojs/index.php/RCFMC/article/view/340 <p>Sífilis é uma doença infecciosa de grande incidência e importância epidemiológica, e ações voltadas para o incentivo de práticas sexuais seguras podem contribuir para modificar essa estatística. A Sífilis congênita é caracterizada como a infecção do concepto, quando a gestante portadora da infecção não é tratada ou recebe tratamento inadequado. O objetivo desse relato é descrever um caso de manifestação renal da sífilis em paciente de 3 meses, que apresentou manifestações sindrômicas e laboratoriais compatíveis com síndrome nefrótica, e seus desafios para o manejo e a conclusão diagnóstica. Diante desse quadro, faz-se necessária a sensibilização de profissionais e da comunidade sobre a importância do diagnóstico precoce e tratamento eficaz.</p> Letícia Martins Soares Iasmim Silva Machado Torres Amanda Magnago Faccini Marina Siqueira Teixeira Alice Bissonho De Almeida Pinheiro João Carlos Borromeu Piraciaba Copyright (c) 2022 Revista Científica da Faculdade de Medicina de Campos https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 2022-08-26 2022-08-26 17 1 10.29184/1980-7813.rcfmc.340.vol.17.n1.2022 Tempo de clampeamento umbilical https://www.fmc.br/ojs/index.php/RCFMC/article/view/493 <p>O clampeamento umbilical é uma das operações mais realizadas no mundo,<br />este se divide em dois tipos: precoce e tardio. O método tardio consiste no<br />clampeamento após a pulsação do cordão parar, ou, de 1 a 3 minutos após a<br />retirada do feto. Já o precoce é aquele em que o cordão é clampeado antes de<br />1 minuto. Objetivo: Estabelecer a prevalência do método utilizado pelos<br />médicos atuantes na área de obstetrícia no Hospital Plantadores de Cana e se<br />estes sabem as vantagens e desvantagens do método escolhido. Método:<br />Colheita dos dados através de questionários. Resultado: Com os resultados<br />podemos observar que em sua maioria a equipe médica do Hospital<br />Plantadores de Cana sabe informar as vantagens e desvantagens dos métodos<br />de clampeamento usados diariamente, como também sabem qual método<br />utilizar para partos não complicados e complicados. Sabendo ainda informar<br />qual dos tipos seria o preconizado pela OMS. Conclusão: Estes achados nos<br />permitem concluir que o corpo médico atuante no HPC sabe nos informar sobre<br />as vantagens e desvantagens do método utilizado, como também qual deve ser<br />o utilizado em cada caso particular, nos demonstrando assim que estão<br />atualizados e cientes sobre o assunto.</p> Thais Alves da Silva Paes Leticia Manhães Rebelo Pereira Sebastião de Melo Fonseca Copyright (c) 2022 Revista Científica da Faculdade de Medicina de Campos https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 2022-08-26 2022-08-26 17 1 7 12 10.29184/1980-7813.rcfmc.493.vol.17.n1.2022 Excesso de peso negligenciado por pacientes e profissionais de saúde https://www.fmc.br/ojs/index.php/RCFMC/article/view/549 <p>Indivíduos que subestimam seu peso real tendem a ter comportamentos de menor cuidado com a saúde, bem como procurar assistência especializada com menor frequência. Profissionais de saúde desempenham importante papel no manejo da obesidade, pois a aferição do peso corporal permite identificar e tratar pessoas com peso inadequado, que nem sempre se reconhecem como tal. Do total de 325 participantes, 57,5% apresentava excesso de peso corporal, e 48,3% dos errou a autoavaliação do peso. Sexo feminino (p 0,037), hábito de pesar-se com maior frequência fora da consulta (p 0,001) e histórico de ter sido previamente pesado em consulta médica (p 0,015), recebido dieta supervisionada por profissional especializado (p 0,02) ou tratamento farmacológico antiobesidade prévio (p 0,046) se correlacionaram com maior chance de acertar a autoavaliação do peso. Por outro lado, 34,8% dos participantes relataram nunca terem sido pesados em consultas médicas ambulatoriais, somente 54,6% dos pacientes com excesso de peso foi encaminhado para acompanhamento especializado, e 24% dos pacientes com obesidade recebeu a prescrição de medicamentos. Não obstante, 33,2% daqueles com excesso de peso subestimou seu real peso corporal. Nossos resultados confirmam a necessidade de adoção de medidas para aumentar a percepção da obesidade como problema de saúde pública, tanto por parte de pacientes, quanto por profissionais de saúde.</p> Sara Haddad Guilherme Alcantara Copyright (c) 2022 Revista Científica da Faculdade de Medicina de Campos https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 2022-08-26 2022-08-26 17 1 13 20 10.29184/1980-7813.rcfmc.549.vol.17.n1.2022 Análise comparativa de grupos de idoso com transtornos depressivos em diferentes graus de isolamento social durante a pandemia da COVID-19 https://www.fmc.br/ojs/index.php/RCFMC/article/view/552 <p>A pandemia e a inerente alteração de comportamentos, a par da parca previsibilidade, geraram maior acometimento na saúde mental da população. Atrelado a isso, o envelhecimento se apresenta como a etapa da vida, na qual os problemas biofísicos, psicólogos, sociais, psíquicos e vários outros afetam a qualidade de vida dos indivíduos. Nesse sentido, este trabalho teve como objetivo comparar os grupos de idosos do município de Campos dos Goytacazes, Estado do Rio de Janeiro, buscando analisar transtornos depressivos, em meio ao isolamento social, realizado por cada idoso no contexto de pandemia ocasionado pela COVID-19. A pesquisa dos dados foi baseada no acompanhamento feito pela anamnese e questionários, tendo em vista o uso de escalas como Escala de Depressão Geriátrica e da Avaliação Subjetiva do Isolamento Social. Aplicou-se questionário a todos aqueles com 60 anos ou mais de idade residentes nesse município em 2021 no Centro Saúde Escola de Custodópolis (CSEC). Os resultados sugerem um impacto psicológico negativo da pandemia nos idosos, evidenciando sintomas depressivos em pouco menos da metade (42,68 %) dos idosos inseridos na amostra, demonstrando uma grande relação entre o envelhecimento e a depressão. Dessa forma, é de suma importância continuar a exploração das implicações da pandemia na saúde mental da população, em busca da prevenção e minimização dos seus efeitos.</p> Mateus Oliveira Glória Carolina Albernaz Henriques Marcela Melo Baptista Sebastião de Melo Fonseca Copyright (c) 2022 Revista Científica da Faculdade de Medicina de Campos https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 2022-08-26 2022-08-26 17 1 21 25 10.29184/1980-7813.rcfmc.552.vol.17.n1.2022 Inícios e reinícios, ciclos da vida, da ciência e da sabedoria https://www.fmc.br/ojs/index.php/RCFMC/article/view/681 <p>Editorial</p> Shaytner Campos Duarte Copyright (c) 2022 Revista Científica da Faculdade de Medicina de Campos https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 2022-08-26 2022-08-26 17 1 2 6 10.29184/1980-7813.rcfmc.681.vol.17.n1.2022 Impacto do isolamento social devido a pandemia do coronavírus nas crianças https://www.fmc.br/ojs/index.php/RCFMC/article/view/570 <p>Introdução: Em março de 2020 iniciou-se a pandemia da COVID-19, e o isolamento social tem se mostrado uma medida de grande relevância no combate a essa nova patologia. Porém, a saúde mental e física da população no geral ficaram comprometidas, contudo, para as crianças é ainda pior, uma vez que estão em crescimento e tudo isso afetou diretamente o desenvolvimento cognitivo e social. Objetivo: Entender as consequências provocadas pelo isolamento social na vida das crianças, dessa forma poder colaborar com pais e educadores uma melhor maneira de enfrenta-las. Desenvolvimento: Com o surgimento do novo coronavírus (SARS-CoV-2) a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou diversas medidas sanitárias, dentre elas, o isolamento social, uso de máscaras, fechamento de escolas e universidades. Entretanto, o isolamento social afetou de forma significativa o desenvolvimento das crianças, repercutindo com alterações psicológicas, dificuldades de aprendizagem, retração social, obesidade e aumento do tempo frente as telas. Além disso, em ambientes familiares desfavoráveis aumentam as chances de abuso infantil pelo maior tempo de exposição das crianças aos seus agressores. Conclusão: É evidente os pontos negativos do isolamento social para o desenvolvimento infantil, sendo necessário um esforço de familiares e instituições de ensino para tentar diminuir seus impactos.</p> Suellen Dos Santos Rangel Patrícia Damião Gomes Manuela Peixoto Neto Marinna Barbara Barros Copyright (c) 2022 Revista Científica da Faculdade de Medicina de Campos https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 2022-08-26 2022-08-26 17 1 49 52 10.29184/1980-7813.rcfmc.570.vol.17.n1.2022