ESPOROTRICOSE EM PACIENTE PORTADOR DE LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO

Autores

  • Pillar Viana Cancio FMC
  • Paula Felix Araujo
  • Luís Filipe Oliveira Silva
  • Leonel Raposo Motta

DOI:

https://doi.org/10.29184/1980-7813.rcfmc.259.vol.16.n1.2021

Palavras-chave:

Esporotricose, Lúpus Eritematoso Sistêmico, Paciente imunodeprimida

Resumo

O Lúpua eritematoso sistêmico (LES) é uma doença inflamatória crônica multissistêmica, de de característica autoimune e etiologia desconhecida, relacionada a fatores genéticos, ambientais e hormonais, sendo mais comum e grave na raça negra e em asiáticos. O risco de infecções oportunisticas em pacientes com LES é maior pelo uso de imunossupressores no seu tratamento. Já a esporotriose é uma micose subcutânea causada pelo fungo Sporothrix schenckii que afeta principalmente homens e animais. É a mais frequente das micoses subcutâneas, e a micose mais comum na América do Sul, sendo endêmica na região Sudeste do Brasil.  A apresentação clínuca da doença é muito variada, obseerva-se desde nódulos isolados à lesões múltiplas disseminadas. As lesões costumam ser restritas a pele, tecido celular subcutâneo e vasos linfáticos adjacentes.  

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Publicado

2021-04-30

Edição

Seção

Relato de Caso